terça-feira, janeiro 23

Jornal de Notícias





Agência: DraftFCB
Cliente: Jornal de Noticias
Produto: Manual do Estudante
Director Criativos: Duarte Pinheiro de Melo/ Luis Silva Dias
Diretor de Arte: Fábio São Pedro
Copywriter : Filipa Silva
Fotografia: Claus Stellfeld

18 comentários:

brazuca disse...

a idéia é interessante e inteligente, mas usar lápis e caneta mordida na ponta é bem velho.
mesmo assim, bom trabalho.

what? disse...

manual de aopio a todos os estudante????? Para mim, um copy tem que saber escrever e estar atento. Este anúncio é mau por causa disso. Um anúncio que promove o bom ensino não pode NUNCA dar erros. Lamento, mas com este tipo de trabalhos e copys, a FCB não vai longe.

Anônimo disse...

É o chamado erro crasso. Chumbo directo.
Quanto à ideia em si, não é grande espingarda. Lápis roído é a categoria seguinte ao canivete suíco.

Anônimo disse...

É o chamado erro crasso. Chumbo directo.
Quanto à ideia em si, não é grande espingarda. Lápis roído é a categoria seguinte ao canivete suíco.

Anônimo disse...

Em primeiro lugar não trabalho na fcb. Em segundo há um erro sim, mas virem fazer disso um enorme caso, acho fora de circunstância. Simplesmente o DA a teclar o texto pode ter colocado um s a mais em ao ou um s a menos em estudantes. Agora que deveria ter havido uma revisão tanto pela parte da copy como do cliente, isso havia. Agora analisem trabalhos e nao letras.

Anônimo disse...

Não vejo onde esteja o erro. O copy refere apenas o nome do produto. Em relação ao anúncio daria um 3 numa escala até 5. Como já alguém referiu a imagem é recorrente.

Anônimo disse...

A imagem é recorrente. E depois? É por isso que é um mau anúncio? Eu olho para lá e gosto do que vejo. Não é nenhuma bomba mas é um bom anúncio, não envergonha ninguém.

Quanto ao erro, não consta nos mupis que estão na rua. Provavelmente só existe nesta peça aqui.

Anônimo disse...

Recorrente é esta mania de invocar coisas como " categoria".
Isto não é para Cannes.

Muito melhor do que as campanhas do Correio da Manhã que vendem colecções, etc.

Gosto.

Anônimo disse...

Verdade 1: nos mupis não está o erro.
Verdade 2: não envergonha. mas tb não dá alegrias.

Anônimo disse...

é um trabalho "limpo" e simples. Coisa rara nos dias de hoje.

CHANDLER disse...

minha maquina do tempo funciona! voltamos a publicidade dos anos 90!

Anônimo disse...

Pois, só que o que está a sair no DN não está limpo, está até bastante sujo, e em termos de layout, eu não vi nenhuma página dupla, como a simples que vi estava cheio de "nas bancas"... "colecione já ", etc etc

Anônimo disse...

Deve ser por isso que o JN e outros jornais do mano Oliveira trabalhados pela FCB, estão a concurso.

Anônimo disse...

vai uma aposta que a fcb vai voltar a trabalhar os jornais?

Anônimo disse...

Aparte dos comentários sobre erros, esta campanha foi pensada ou para imprensa ou para pôr aqui no Nosso Portfolio, porque nos mupis é um fracasso autêntico. Não se lê nada a não ser lá em cima do mesmo. É o que dá intitularem-se apenas de criativos e não de publicitários pois deveriam saber pensar a publicidade no seu todo. É perguntar a cada copy ou director de arte, etc, se fazem ideia de quanto custa uma rede de mupis, ou produções gráficas do mais variado foro. Pagam-lhes para ter ideias...lol..por isso é que quando veem uma campanha minimamente aceitável a primeira resposta é: "não gosto muito"
Enfim...invejas de sempre.

E porque não? disse...

Mas a ideia não é mesmo para se ler em cima do mesmo? Não poderá funcionar isso como uma forma chamativa para que a pessoa procure ler mesmo o que está escrito? Além do mais, sempre que vi esta campanha (além dos erros que não os vi na rua) foi em muppies, sim, mas colocados em paragens de autocarro, onde há concentração de gente, que passa algum tempo lá e concerteza será atingido pela mensagem.

Quanto à criação, acho que temos de enquadrar a campanha no sítio dela: promoções de jornais. E aí vemos que está diferente, limpo, sem ruído, directa e totalmente oposta às campanhas de colecções de jornais sem apelar directamente à sua compra.

Anônimo disse...

Deixem o trabalho dos juniors da FCB... Ja la se foi a época em que a FCB tinha uma equipa de ouro, com os brasileiros que la andaram, Claudio Lima, Daniel Prado, Icaro Doria...
O que acho mais piada, ainda mais do que ao lapis roido, é repetirem a mesma idéia e fazem, adivinhem o que... o anuncio da caneta!!!
Li para ver se o copy preocupou-se ao menos em mudar o textinho do anuncio-cópia, para justificar a venda de um anuncio igual ao cliente, mas não. Ja se foram os dias de glória da FCB, seja como for.

cábula disse...

fora com as discussões intermináveis de visto-não visto; anos 90; brasil e gente que não sabe escrever mupi e nunca mais aprende.

realmente o copy podia ser mais fixe, realmente já vimos parecido em anuários, mas as pessoas na rua não e conseguiram aplicar muito bem a ideia no que era para vender.

e DA's mais limpas para mostrar toda a gente tem e faz.

a verdade é que falou com quem devia, o meu focus group de universitários achou mto fixe (isto tinha um filme de 15", não tinha?)