segunda-feira, julho 21

Modelo







Cliente Modelo
Agência Fuel
Directores Criativos Marcelo Lourenço e Pedro Bexiga
Criativos Luis Nora e Pedro Batalha
Realização Nuno Baltazar/span>
Produtora Sync
TV Producer Miguel Barbosa

11 comentários:

observador disse...

Medo!

Anônimo disse...

Eu diria: Economedo!

Anônimo disse...

o que dizer disto? mau? péssimo? horrível? miserável? sinceramente nem sei.

Anônimo disse...

Tenebroso

Anônimo disse...

mau? está toda a gente maluca? é uma óptima campanha promocional! ou será que as campanhas do jumbo e da tv cabo é que são boas? amigos, acordem!

Anônimo disse...

O que mais me assusta é a total desorientação de cliente e agência. A marca de há anos para cá que está totalmente à deriva, sem uma linha de coerência, sem um posicionamento, nada...
Isso é que é preocupante.

Anônimo disse...

Tenebroso? Medo? Mau?
Exmos Srs., claramente nunca trabalharam uma conta de grande distribuição e, portanto, não fazem a mais pequena ideia do trabalho que dá.
Não estando genial, não está mau. Diria... simpático. Pelo menos a intenção. O packshot amarelo do costume borra um pouco a pintura no fim. De qualquer das formas, seria curioso ver os resultados comerciais que tem.

Anônimo disse...

em bom economês a frase correcta é:
uns trabalham outros ficam a ver e a dizer mal.
os velhos do restelo tb fazem parte dos descobrimentos.

Ricardo disse...

Por aqui tem se dito muitas coisas certas, positivas e negativas. A verdade é que esta campanha deve atingir o seu target classe média baixa/média média e que realmente me parece eficaz. Agora que é péssima, isso é! Falo em relação ao nível que colocam o espectador, mas que ele também realmente gosta de ser tratado assim, e o cliente sabe disso.

É por estas e por outras que criei um pseudónimo para assinar campanhas que embora o cliente goste, ou não gosto e não quero ver-me associado a elas.

Anônimo disse...

Grande amigos Fuel, está grande, no portugal miseravel da comunicação, venham os que fazem e deixem-se de merdas o que veem fazer,

Aquele abraço do Norte
Hélmer Fonseca

Sr. Funesto disse...

Eu gosto. Quando a televisão brinca com ela mesma é um belo serviço público auto-fágico.