quarta-feira, agosto 9

Press-Kit



Para anunciar junto da imprensa o filme "O Dia Depois de Amanhã",
pelos Canais Lusomundo, foi colocada a informação num recipiente
térmico com gelo e a entrega feita por um explorador. Este Press-Kit
foi concebido pela agência de marketing de guerrilha Torke Stunt.

40 comentários:

Anônimo disse...

Seria mais interessante ainda se o entregador fosse um interveniente na acção. è que se ele só foi entregar, arrisco afirmar que só as secretárias foram impactadas pela indumentária sui generis do gajo.
SE era para ele não ter intervenção, era muito mais do caralho se a caixa fosse enviada pelo correio, pois se era térmica, aguentava. Imaginem o impacto da pessoa abrir um pacote que chega dos correios e descobrir uma caixa com gelo dentro, e a peça. É que o target não desconfiaria de que ali vinha uma "surpresa".
(O Mestre)

Brazuca disse...

e o que isto tem de guerrilha?
o que o mestre disse completa meu comentário.

Anônimo disse...

Entregue onde? Qual era o raio do objectivo?

Não vos contratava nem morto disse...

Vocês devem ser muio, mas mesmo muito maus no que fazem, não é?

Sem Nome disse...

Não inventem, a ideia é boa. Não comecem com os "ses", porque se a minha avó tivesse tomates era o meu avô.

Anônimo disse...

"Sem nome", então eu coloco de outra forma: se a ideia é assim tão boa, chegou a ganhar algum prémio, em algum festival de below do mundo? Não ganhou... e nem vai ganhar. Sabe pq? Podia ser melhor... flatou pensar um bocadinho mais, só um poucochinho.
Nada contra, é só uma crítica construtiva.
O Mestre

nao te contratava nem morto disse...

Ó mestre, tu és muito, muito mau naquilo que fazes, não es?

Anônimo disse...

isso é ruim e ponto final.

Anônimo disse...

nada mais que uma mala-direta cara e sem graça.
não há nada de guerrilha nisto.
by the way: a peça era impermeável, certo?
deve ter sido muito caro, contrariando a regra básica do marketing de guerrilha: custo baiuxo.

Anônimo disse...

Caro anonymous, essa regra de que fala, não existe. A não ser dentro da sua cabeça, de principiante.
(O Mestre)

Sem Nome disse...

Portanto a lição de hoje é "As ideias só são boas quando ganham um prémio" eu pensava que era ao contrário, mas nesta vida está-se sempre a aprender até morrer. E o "podia ser melhor..." pode ser sempre.

Sem Nome disse...

"By the way": uma das propriedade do poliestireno plástico expandido, vulgo esferofite, é ser impermeável.

Anônimo disse...

Caro Sem Nome: ainda não conheço outro critério para aferir a qualidade de uma ideia... pelo menos criativamente falando. Pq, vc tem outro? Então ensine para nós.
(O Mestre)

Brazuca disse...

tanto barulho pra quase nada.
está claro que este trabalho tem a pretensão de ser muito melhor do que realmente é.
não colocaria na minha pasta, mas apresentaria a um cliente meu.

ainda acho que não está na categoria marketing de guerrilha.
mídia alternativa, talvez, mala-direta, com certeza.

o maior problema, creio eu, é que, na velocidade do mundo atual, este filme é considerado "velho" e, convenhamos: american way of life, american dream (duas coisas que atualmente estão em baixa).
o filme é absolutamente sem conteúdo, puro efeitos especiais e nada mais a acrescentar.
imagine-se você jornalista ávido por uma novidade, uma notícia instigante, algo que prenda a atenção do seu leitor, algo realmente NOVO, aí chega esta MALA-direta na redação da sua revista ou jornal.
não sei vocês, mas eu ficaria decepcionado ao saber que todo esse aparato era pra me apresentar um filme velho e ruim.

Anônimo disse...

Muito melhor (e atenção sanguessugas e aproveitadores sem ideia) era enviar o dvd congeladod entro de um bloco de gelo... e dar de brinde um picador. O cliente ainda ganhava um brinde e ainda contruia goodwill para a distribuidora dos filmes.
(O Mestre)

Sem Nome disse...

Caro O Mestre: claro que há outro critério, bem, existe até diversos critérios para aferirem a qualidade aos trabalhos, o sentido crítico de cada pessoa.
Ou só consegues avaliar uma peça como boa ou má se tem um prémio a acompanhar?

Anônimo disse...

Eu consigo, coloquei a questão do prémio como termo de comparação. Um pouco mais de critério ao conversar comigo, utilizei o prémio como forma de desempatar duas subjectividades: a minha opinião e a sua. Solicito que tenha um pouco de rigor quando se dirigir a mim ou ao rebater um argumento meu. É que assim não há pachorra.
E sim, prémio é carimbo de qualidade sim. Não se engane, não pense de outra forma. Só aqui, neste mercado medíocre é que nãos e valorizam os prémios.
(O Mestre)

Anônimo disse...

dois dos publicitários mais premiados do mundo simplesmente boicotam premiações hoje em dia.
eles são brasileiros e bastante conhecidos, nem precisa dizer seus nomes, tenho certeza.
um deles tem a única campanha em língua portuguesa na lista das 100 melhores. E mais um filme publicitário na mesma lista.
eles boicotam premiações, pois para eles, isso é o critério para dizer se essa ou aquela peça é melhor que a outra, não para dizer que quem perdeu o prêmio está errado ou ruim.
e mais: prêmio serve para avaliar o júri e não as peças.
já vimos diversas vezes, em Cannes, pra citar apenas um exemplo, peças que nem chegaram a short list num ano e no outro ano levarem leão.
o que mudou de um ano para o outro?
o júri.
portanto, prêmio não pode ser validado como JUÍZO de valor e sentenciar esta ou aquela peça como ruim.
o importante mesmo é o resultado diante do target, esse sim é um critério IMBATÍVEL e INCOMPARÁVEL.
Critérios técnicos de produção, execução, idéia, inovação, ficam para nós reles "pobricitários" que nos importamos tanto com nossos umbigos e vendemos coisas que jamais usaríamos.
neste caso, creio que a peça não é boa, acho improvável que o resultado tenha sido satisfatório.
duvido que jornalistas tenham ficado super-empolgados com esta mala-direta e sem rodinhas, acho que saiu uma notinha sobre o filme e Canais Lusomundo, ao lado da super-nota que fala do roqueiro Boy George, exlíder do Culture Club, que está pagando uma sentença de serviços sociais a varrer as ruas de NY.

Brazuca disse...

Sr. Mestre, essa regra de "não se pode falar o nome do concorrente em sua comunicação" é coisa do século passado MESMO. Mas entendo sua preocupação, vou citar um exemplo para esclarecer o momento atual e moderno:

A Ford Brasil iniciou uma campanha corajosíssima por aqui. Ela convida os consumidores a irem a uma concessionária Ford e fazer um test-drive no Novo Ford Fiesta e, PASMEM, diz que, se você quiser, faz ainda o mesmo test-drive no carro concorrente da Volkswagen, da Fiat e da Chevrolet (Opel na europa). Eles falam, no filme, com todas as letras, o nome dos modelos e da marca concorrente e desafiam você a vir fazer o test-drive em TODOS. E mais: eles MOSTRAM os modelos concorrentes.
O resultado: as concessionárias Ford estão LOTADAS TODOS OS DIAS. Tem mais detalhes, veja:

http://blog.lowebrasil.com.br/

é o primeiro post/filme intitulado "Apostando alto".

Lucas disse...

Algum comentador deste blog sabe o que é guerrilha?
Ó mestre o que é guerrilha?

Anônimo disse...

guerrilha é quando a Adidas faz uma ação fora dos estádios de algum evento esportivo patrocinado pela Nike, atacando, ou não, a Nike, mas "participando" do evento mesmo sem ter sido convidada.
isso é um exemplo clássico de marketing de guerrilha.

outro exemplo clássico:
divulgar um factóide na internet que culpa uma determinada marca de sabão em pó, por exemplo, por algum tipo de doença pélvica, na tentativa de, com isso, melhorar o share da sua marca. Neste caso, é viral + guerrilha.

outro:
numa maratona patrocinada pela Sagres, por exemplo, a SuperBock poderia colocar pessoas de bicicleta e tomando Superbock GELADA, correndo paralelamente à competição.

quer mais?
vai estudar.

Anônimo disse...

um caso real:
houve um campeonato de Surf patrocinado pela marca X. Todo campeonato de surf impede que os surfistas não-competidores surfem na área do campeonato.
a marca concorrente Y, fez um campeonato, AO LADO, com palanque e tudo, e chamou TODOS os surfistas não-competidores a participarem DE GRAÇA. Todos podiam cair na água sem discriminação. Ganharia prêmio o cara que pegasse a maior onda e o que pegasse a mais bonita (2 vencedores). Tinha júri popular também, além dos juízes comuns.
o lado do campeonato oficial, anunciado em todas as mídias, patrocinado, com campanha maravilhosa, ficou VAZIO.

ISSO É GUERRILHA.

orlando disse...

já percebi que a vossa definição de guerrilha tá muito além do que é a guerrilha em si, por isso antes de criticarem as coisas, cultivem-se um pouco, quando acharem que estão preparados para uma critica construtiva façam comentários......

Lucas disse...

Até qeu enfim tem alguem que neste blog que fala normalmente...ta todo mundo parece que stressado, só sabem falar mal...
Vai estudar? para que escrever isto? foi só uma pergunta para entender se estavamos a falar todos de guerrilha... Guerrilha é um assunto interessante de discutir, mas discussões passivas...estou errado?

Todos por um mundo melhor

Anônimo disse...

sr. orlando, se sabes tanto o que seja marketing de guerrilha, porque não nos fala logo?
eu disse o que sei sobre o assunto, e insisto: Guerrilha é aquilo que expliquei acima e não essa mala-direta alternativa.

dizer que estou errado usando palavras de ordem, discurso vazio, clássico e dissimulado é muito fácil e fraco.

defina então guerrilha, se és capaz.

desculpe a todos pelo "vá estudar", fui rude e infantil.

mas guerrilha é isto que expliquei acima, se alguém discorda, ou quer complementar, tudo bem, acho ótimo.

mas dizer que está errado pura e simplesmente, é fugir da raia.

Brazuca disse...

fiquei deveras interessado no que seja guerrilha.
não acho que esta peça seja guerrilha, se estou enganado, por favor me corrijam e me digam enfim o que pode ser considerado guerrilha.
a explicação do anônimo me "convenceu", mas o sr. orlando parece discordar.
um debate acerca desse assunto é interessante, mas com paz, como disse lucas.

então sr. orlando, se o anônimo está errado sobre o que é guerrilha, o que seria o certo?
estou curioso.

Anônimo disse...

Peraí que vcs estão abralhando tudo. A agência que fez esta peça tem um marketing. Ela se diz uma agência de guerrilha. Mas esta peça, em si, não é nada de guerrilha, não é nem nunca foi marketing de guerrilha. O exemplo que foi dado do campeonato de surf procede. Esta peça aí é uma peça de MARKETING DIRECTO. Tão simples quanto isso.
(O Mestre)

Anônimo disse...

(Continuando) Há pessoas que acham que uma agência onde toda a gente está lá, hã, hû, toda a gente lutando, correndo atrás, dando o coiro, etc e tal, é uma agência de guerrilhha. Não confundam posicionamento no mercado, de guerrilha (ou de guerra, ou de estressados, ou de famintos) com marketing de guerrilha. (O Mestre)

Lucas disse...

Andei lendo algumas coisas e acho que isso não é uma acção de guerrilha, mas pode ser feito por uma agencia de guerrilha, onde este tipo de kit se enquadra no chamado Fura Secretária, já que não é para consumidor final e sim jornalistas, serve para gerar midia espontanea....se eu fosse definir marketing de guerrilha, definiria como acções que usam pouco dinheiro e tenha um retorno gratuito na mídia, seja por criatividade, ou por diferente, ou inusitado.

Guerrilha não é trabalhar muito, é pensar em como enfrentar os meios tradicionais e mesmo assim ter uma cobertura midiatica grande.

O que acham?

orlando disse...

O conceito de guerrilha para mim é um conceito muito subjectivo, não existem definições standard. Passa muito mais por uma comunicação diferente do habitual,o questionar os meios tradicionais, criando uma espontanieidade nos consumidores habituados e cansados de tanta comunicação.
O suporte não interessa, interessa sim a materialização de uma boa ideia, diferente, seja ela materializada por uma performance, por um evento, por uma instalação, por meio de novas tecnologias e sub-culturas. Esta é a minha opinião sobre o que é guerrilha.

Anônimo disse...

Guerrilha é uma treta dum termo inventado nos anos 70 para vender livro. Não percam tempo com esta merda. Querem saber? No século XXI todo marketing é de guerrilha... o que não for, não existe...
(O Mestre)

Secretária disse...

Será que eles botaram a bandeirinha americana dentro do gelo? Se não botaram, falhou. O filme todo era sobre como os americanos sobrevivem ao gelo...

Sem Nome disse...

Eu sabia que faltava aqui a ideia. De certeza é a falta da merda da bandeira norte americana.
Isso é vontade de escrever ou quê?

filipe disse...

Muito reboliço paira por este blog. Marketing de guerrilha tem que furar com o que se considdera ser os normais meios de comunicação. Nesse ponto parece que estamos todos de acordo. Quanto à acção em si, pode fugir um pouco do termo comum de guerrilha mas no fundo quebra os metodos tradicionais de enviar press kits e de obter media espontânea. Não me choca que uma agência de marketing de guerrilha faça este tipo de acções. O marketing de guerrilha vive também muito da cobertura mediática dada a cada acção. Logo...

publicidade para tótós disse...

É normal.

Anônimo disse...

Está-se a ver que muitos aqui nunca fizeram um mailing criativo, como deve ser... essa ideia não tem nada de espectacular... não é para deslumbrar, é ok...
(O Mestre)

Anônimo disse...

Ó Mestre, tu é irritante, man.

Sai lá de cima desse palanque e fala normalmente com as pessoas.

E já agora, muda esse nome...

Anônimo disse...

E tu vês se paras de chamar as pessoas de "man". É ridículo... é um calão dos anos 80
(O Mestre)

Anônimo disse...

This is very interesting site... »

Anônimo disse...

criticar a açao de marketing de uma empresa é facil. Porém quantos te vós tem ou teve a capacidade de mostrar um bom trabalho que repercurtisse na mídia nacional ou internacional?
sejam construtivos e humildes meus caros!